Terapia holística, Terapia alternativa, Terapia energética, Terapia vibracional, Terapia complementar, Terapia naturista e Terapia natural. Há diversas denominações, mas não se assuste e nem pense que são diferentes. Nesse curso, empregaremos o termo Holístico, a integração de todas as partes que se consagrou entre os terapeutas.
O termo “holístico” vem do grego holus, que significa todo, inteiro. Desse modo, dentro dessa visão, o indivíduo é tratado de forma global, considerando seus aspectos físico, mental, emocional, espiritual e energético. Isso quer dizer que o corpo, mente e a alma estão interligados, por isso todos esses elementos são considerados, concentrando-se nas causas das doenças e não apenas nos seus sintomas.
Seu objetivo é despertar no próprio indivíduo os recursos necessários para alcançar realização por meio do despertar da consciência. Uma vez desperto, ele encontrará meios de enfrentar seus problemas de forma harmoniosa.
A Terapia Holística é um conjunto de terapias que visam a promoção da saúde, a prevenção de doenças e agravos, alívio de sintomas e cura, através do cuidado integral do ser humano. Seus componentes em sua maioria, têm berço na medicina oriental e trazem consigo uma mistura entre o conhecimento prático e científico. Baseiam-se principalmente em métodos de relaxamento, alívio de pontos gatilhos, manipulação de energias e mudanças nos hábitos de vida. E quando unidos aos tratamentos tradicionais, mostram fortes benefícios e vantagens para o paciente. Além disso, atuam também no tratamento paliativo, ajudando várias pessoas a enfrentarem as doenças crônicas e terminais.
No entanto, ainda podemos encontrar muitos livros e profissionais que usam outras intitulações, bem como a OMS (Organização Mundial da Saúde), tem preferido utilizar o termo Medicina Complementar ou Medicina Alternativa para abordar o mesmo assunto. Não nos compete discutir a melhor designação, mas entender que estamos estudando a mesma estrutura terapêutica.
De início é necessário saber que se tudo é análogo entre o universo físico e o espiritual, então a correta combinação de várias terapias dinamiza o processo curativo e no âmbito dessa premissa holística e sinergética, fui fortemente influenciada pelas obras de Richard Gerber, John Davidson, Bárbara Ann Brenan, Rita J. Mcnamara , Patricia Kaminski e Márcio Bontempo. O trabalho desses pesquisadores, médicos e terapeutas abordam diversos conceitos que dedilham o universo holográfico, quântico e curativo.
Alopatia tenta descobrir onde se encontra o problema físico para eliminá-lo ou controlar o presumido distúrbio orgânico. Em momento algum possui o princípio da observação do histórico psicoemocional.
O holismo busca entender o todo do indivíduo, a relação entre os diversos planos (físico, mental e espiritual). O órgão afetado não é considerado a única causa do problema, mas uma possível somatização. O conceito inicial é o inverso da alopatia, no entanto o terapeuta sempre deve orientar a busca de um alopata quando um problema assim exigir.
A terapia holística compreende que toda doença, se encontra primeiramente instalada na aura e/ou nos chacras. Isso resulta na busca em compreender o processo energético do corpo humano para curar o todo e não somente a parte afetada. As pessoas necessitam entender que um médico e um terapeuta não praticam milagres, eles apenas indicam o caminho para a cura.
Todavia, é necessária a participação ativa do paciente com mudança de hábitos, sejam alimentares, de higiene ou paradigma, para que haja um bom resultado. Apesar de toda a discussão que possa existir, não podemos negar a importância da medicina alopática em nossa sociedade. Ela tem erradicado inúmeras doenças que eram consideras incuráveis, como por exemplo a pneumonia, cujo vírus chegou a levar milhares de pessoas a morte. A expectativa de vida subiu graças aos avanços científicos, descoberta de vacinas, saneamento básico e etc...

Entretanto o avanço vertiginoso da ciência nos dois últimos séculos contribuiu para o rápido empobrecimento espiritual, ao observar o ser humano apenas como uma máquina biológica. A medicina ortodoxa estuda exclusivamente o físico, a terapia holística estuda a energia sutil. A primeira encontra-se baseada em anatomia orgânica, nas reações físico-químicas e seus circuitos bioelétricos, a outra encontra-se baseada no complexo da aura, chakras, meridianos e no universo.